O Grou na Extremadura

O Grou na Extremadura

  1. O Festival dos Grous
  2. O grou
  3. O Grou na Extremadura

Os grous na Extremadura

Alimentação

A sua dieta depende dos recursos disponíveis nos habitats onde se alimentam. Desta forma, nas pastagens consomem principalmente bolotas de azinheira, nos cultivos de cereais de sequeiro as sementes de trigo, cevada e aveia, enquanto que nos restolhos de regadio procuram as sementes de arroz e milho

Comportamento invernal dos grous

Os grous mantêm rotinas muito acentuadas, deslocando-se até aos comedouros durante o dia e voando no fim do dia para os dormitórios comunais, onde se podem chegar a concentrar milhares de aves.

Conservação

O grou comum está incluído no Catálogo Regional de Espécies Ameaçadas da Extremadura (Decreto 37/2001) na categoria de “interesse especial”, pelo que tem o respectivo “Plano de Manejo”.

Descrição da espécie

Ave de tamanho grande e silhueta estilizada, com pescoço e patas muito longas e plumagem acinzentada. O adulto tem a cabeça preta, com uma zona vermelha no píleo de pele nua e uma franja branca que se dirige da parte traseira dos olhos até à parte posterior do pescoço.

Fenologia do grou na Extremadura

A chegada dos grous verifica-se principalmente durante a segunda quinzena de Outubro, aumentando progressivamente até atingir as populações máximas entre Dezembro e Janeiro.

Os grous na Extremadura

A Extremadura pode ser considerada como o principal destino de invernada dos grous europeus que efectuam a migração seguindo o trajecto ocidental, acolhendo aves provenientes da Alemanha, Suécia, Finlândia, Noruega e Estónia, assim como dos restantes países que circundam o Mar Báltico e até mesmo das áreas mais ocidentais da Rússia.

Os seus habitats na Extremadura

Tradicionalmente associa-se esta espécie às pastagens de azinheiras, dado que a bolota é um dos seus principais alimentos durante o Inverno.

Trajectos migratórios e população

A Extremadura pode ser considerada como o principal destino de invernada dos grous europeus que efectuam a migração seguindo o trajecto ocidental, acolhendo aves provenientes da Alemanha, Suécia, Finlândia, Noruega e Estónia, assim como dos restantes países que circundam o Mar Báltico e inclusive das áreas mais ocidentais da Rússia.